Cerevia: Arquitetura Cognitiva Digital

Estudamos a arquitetura cognitiva das interações digitais, adaptando a apresentação do conteúdo às capacidades de percepção e atenção do utilizador.

Desbloqueie o Potencial Cognitivo da Sua Interface

A Cerevia desenvolve arquiteturas de IA que adaptam dinamicamente o conteúdo à perceção e atenção do utilizador, elevando a ergonomia cognitiva e o desempenho mental.

Agendar Demonstração
A arquitetura cognitiva digital é o estudo de como os sistemas digitais podem ser estruturados para se alinharem com os processos mentais humanos. Na Cerevia, investigamos padrões de atenção, percepção e memória para criar interfaces que se adaptam dinamicamente, melhorando a usabilidade e reduzindo a carga cognitiva do utilizador.
Utilizamos modelos de inteligência artificial que analisam interações em tempo real, como padrões de navegação e tempos de resposta. Combinado com princípios de neurodesign, o sistema ajusta a complexidade visual, a hierarquia de informação e o ritmo de apresentação para otimizar a compreensão e o desempenho mental de cada indivíduo.
O neurodesign é a aplicação de conhecimentos das neurociências ao design de interfaces. Aplicamos estes princípios para criar layouts, paletas de cores e animações que estimulam áreas específicas do cérebro relacionadas com a atenção e a retenção de informação, resultando em experiências digitais mais intuitivas e eficazes.
Absolutamente não. A automatização atua como uma ferramenta de amplificação. Ela processa dados de interação e sugere adaptações, mas a direção criativa, a estratégia e a empatia do design humano são insubstituíveis. O nosso foco é na colaboração entre IA e designers para alcançar resultados superiores.
Sim, integramos e projetamos para tecnologias como eye-tracking. Estes dados fornecem insights valiosos sobre o foco visual e a fadiga ocular, permitindo que a interface se reajuste – por exemplo, destacando elementos críticos ou suavizando contrastes – para manter um alto nível de ergonomia cognitiva.