A Cerevia nasceu em 2018, não como mais uma empresa de tecnologia, mas como um laboratório de ideias. A nossa jornada começou com uma pergunta simples: por que as interfaces digitais parecem ser construídas para máquinas e não para mentes humanas? Movidos por esta inquietação, um pequeno grupo de investigadores em neurociência cognitiva e engenharia de software começou a mapear como a atenção, a percepção e a memória de trabalho interagem com os ecrãs. O nosso primeiro projeto foi um estudo pioneiro que utilizou eye-tracking para medir o desempenho mental em diferentes layouts web, lançando as bases para o que chamamos de "ergonomia cognitiva".
Em 2020, demos o salto da teoria para a prática, desenvolvendo o nosso primeiro protótipo de motor de adaptação de interface. Este marco permitiu-nos automatizar a apresentação de conteúdo com base em padrões de interação em tempo real. Hoje, a nossa arquitetura cognitiva digital é aplicada em projetos que vão desde plataformas de e-learning até dashboards corporativos complexos, sempre com o foco em reduzir a carga cognitiva e maximizar a clareza. O nosso caminho é guiado pela convicção de que a verdadeira inteligência artificial não substitui o humano, mas sim, desenha pontes mais eficientes para a sua mente.
Adaptação automática da interface para reduzir a fadiga mental e otimizar o fluxo de atenção do utilizador.
Análise de padrões de olhar para otimizar o layout e hierarquia visual, garantindo uma experiência intuitiva.
Interfaces que aceleram a tomada de decisão e a compreensão, aumentando a eficiência nas tarefas digitais.
Sistemas que aprendem com as interações e personalizam a experiência em tempo real para cada utilizador.
Delegação de tarefas repetitivas à IA, libertando capacidade cognitiva para atividades de maior valor.
Componentes de interface baseados em princípios de neurociência para uma navegação fluida e natural.
“A inteligência não é apenas artificial; é arquitetónica. Projetamos a cognição digital.”
Na Cerevia, acreditamos que a interação entre humanos e máquinas deve ser tão natural e eficiente quanto o pensamento. A nossa missão é estudar e implementar arquiteturas cognitivas digitais que se adaptem dinamicamente às capacidades de percepção e atenção de cada utilizador. Combinamos inteligência artificial, neurodesign e ergonomia cognitiva para criar interfaces que não apenas respondem, mas antecipam, reduzindo a carga mental e maximizando o desempenho. Valorizamos a simplicidade, a adaptabilidade e o impacto positivo no bem-estar cognitivo, guiando-nos por um futurismo limpo e ético onde a tecnologia amplifica o potencial humano.